1. Retomar progressivamente o processo de treino, com níveis físicos e psicológicos adequados ao valor da atleta.
Desportista amador | Professor de Educação Física | Treinador desportivo | Pai (casado) de família numerosa | Feliz com a vida
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
A propósito do novo treinador da Vanessa fernandes - II
1. Retomar progressivamente o processo de treino, com níveis físicos e psicológicos adequados ao valor da atleta.
domingo, 29 de novembro de 2009
A propósito do novo treinador da Vanessa fernandes - I
O Prof. Paulo Colaço é oficialmente o principal responsável pelo processo de treino da triatleta Vanessa Fernandes. Quando esta notícia passou a ser do domínio público, muita gente se interrogou sobre quem é o prof. Paulo Colaço. Como bons portugueses que somos, criticamos e ironizamos muito acerca do trabalho dos outros, mas queremos passar despercebidos quanto ao nosso trabalho, ou à ausência deste.
Especificamente, em termos de notoriedade no Triatlo/Duatlo, e só para citar alguns exemplos, quem era o:
- Sérgio Santos, antes de ir trabalhar para a FTP?
- António Jourdan, antes de ir trabalhar para a FTP?
- José Santos, antes de treinar o Sérgio Silva?
- José Ribeiro, antes de treinar o Duarte Marques?
- Paulo Sousa, antes de treinar o Sérgio Marques e Pedro Gomes?
- Nuno Calvário, antes de treinar o João Pereira?
Antes dos seus melhores atletas obterem resultados de relevo, estes técnicos, tinham algum trabalho na modalidade, mas nada daquilo que é hoje - e ainda poderá ser melhor no futuro -, e, como tal, não lhes era dado grandes créditos ou atenção. Depois de muitas experiências, muitas tentativas, muitos erros, mas também os resultados que se lhes conhecem, uma coisa não se pode negar: foram persistentes e tiveram trabalho para atingirem esses resultados com os seus atletas.
É normal, em Portugal, um treinador, antes de obter resultados relevantes, ser considerado uma "besta", no sentido de ser um ignorante ou incapaz, mas se provar o contrário, passará rapidamente a ser bestial. Melhor ainda: será admirado por todos, porque tem métodos de treino inovadores, revolucionários até.
E se, de facto, um treinador completamente desconhecido, passar a treinar um atleta extremamente talentoso que é também ele desconhecido e, fruto do trabalho diário, esse atleta obtém elevadas performances desportivas? Não deixará ele de ser olhado com desdém por certas pessoas e passará a ser mais respeitado?
Voltando ao Prof. Paulo Colaço, por quê duvidar das capacidades de alguém que já foi atleta, tem formação académica superior na área desportiva, tem resultados como cientista/investigador e tem resultados como treinador?
Parafraseando alguém muito conhecido: "Deixem-nos trabalhar!"
Notícias acerca do Prof. Paulo Colaço:
1. No site da Federação de Triatlo de Portugal;
2. No jornal O Jogo.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Redes de tráfico de substâncias dopantes
domingo, 22 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Tão gordos que nós estamos

Não quero que fiquem dúvidas: nada me move contra as pessoas gordas, em particular, aquelas que nasceram com essa característica morfológica ou que num determinado momento das suas vidas, não querendo, adquiriram essa característica. No entanto, incomoda-me ver as pessoas a ficarem progressivamente obesas, devido a erros sucessivos cometidos no dia-a-dia.
Para além do facto de, muitos dos meus alunos, estarem com um Índice de Massa Corporal (I.M.C.), ou seja, a Massa Corporal a dividir pela altura ao quadrado (IMC = Massa Corporal / Altura x Altura) acima do valor limite para o género e idade, só o simples facto de eu lhes apresentar alguns tarefas de aula, provoca-lhes de imediato algumas reacções negativas, como se já estivessem cansados só de ouvir e pensar no assunto.
E não existem margens para dúvidas em relação às causas deste problema: elevada ingestão calórica (comer muito) ou/e ingestão de alimentos dispensáveis em termos de valor nutricional (comer mal), em associação com a reduzida ou nula actividade física, à excepção (com muito esforço e contrariados) das aulas de Educação Física, no decorrer do ano lectivo.
Também não é difícil encontrar responsáveis por esta epidemia e até posso afirmar com toda a certeza que este mal da sociedade é muito lucrativo para alguns sectores económicos e grupos profissionais. Senão vejamos e só para dar alguns exemplos: as empresas com interesses no sector alimentar produzem alimentos com elevado teor em açúcar simples e sal, aguçando o apetite das crianças através de publicidade com super-heróis e brindes à mistura; os supermercados disponibilizam extensos expositores com fritos, gomas, chocolates, bolachas e tudo o que nos faz perder a paciência, quando os nossos filhos nos obrigam a seguir por essa rota; a industria farmacêutica esfrega as mãos de contente cada vez que produz mais um "chá ou pílula milagrosa" para o emagrecimento, utilizando para promover esses produtos belas modelos que nunca irão experimentar esse mesmo produto; o sector da medicina estética, actualmente, à conta da imagem de elegância e magreza que impera na sociedade, facturam milhões de euros diários em operações estéticas e internamentos de pessoas que querem à força parecer mais jovens, mais magras e mais bonitas, sem olhar a despesas; os ginásios, também começam a beneficiar desta loucura pela aparência, aos serem invadidos todos os anos - especialmente entre Abril e Junho, ou seja, antes da época balnear -, por pessoas que acumulam quilos de sedentarismo com os consequentes problemas de saúde, as quais esperam destruir em poucas semanas e de forma eficaz, aquilo para que tanto "trabalharam" até ao momento, isto é, excesso de peso; nas escolas, onde os alunos deveriam ser educados em termos de hábitos saudáveis de vida, existe o "jogo da corda", ou seja, de um lado puxam alguns professores para educar as crianças e jovens e do outro lado "puxam" as máquinas de doces e refrigerantes, bem como, um bar escolar recheado com tudo o que não se deve comer, mas com a "bênção" e autorização das direcções de muitas escolas, com a justificação de que é uma fonte de rendimento para o orçamento do estabelecimento.
Resumindo: a gordura de uns é a fonte de rendimento de outros, independentemente do factor saúde, o qual deveria ser o principal motivo de preocupação da sociedade.
Soluções: comer melhor, em termos de quantidade e qualidade, adequadas às necessidades individuais e mexer-se mais, realizando actividade física regular adaptada à idade, género, estado de saúde e capacidades físicas.
Pergunto: quando é que iremos, todos, mudar de atitude?
sábado, 14 de novembro de 2009
CEEPO Venom: Sessão nº 1

terça-feira, 10 de novembro de 2009
Ajustamento da CEEPO Venom na LUSOBIKE

Antes do ajustamento (nem sequer conseguia sentar-me, tal a altura do selim)

Os preparativos, com direito a pedais Exustar a estrear


As mãos cirúrgicas, a concentração e empenho do Engº Marques

Uau!!! Menos 40 gramas de tubo de selim; já dá para comer mais uma queijada

Quase pronta para ser montada pela primeira vez...
Mais uns cortes e ajustamentos, agora nos extensores

quarta-feira, 4 de novembro de 2009
1º - É uma equipa de atletas com bons resultados;
2º - É uma equipa com bom ambiente;
3º - É uma equipa com muitos Triatletas vocacionados para o Triatlo de Longa Distância;
4º - É uma equipa que apresenta no seu plantel...flores...
A prova cabal do que escrevi anteriormente está aqui.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Equipa de BTT
