quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dar e receber II

À medida que vamos vivendo, aprendemos lições úteis para o nosso futuro, as quais nos permitem parar, pensar e tomar decisões, teoricamente, acertadas.

Cada vez me convenço mais, sobre a imperiosa necessidade de, em momentos crucias, não dizer e não escrever tudo o que penso, e não fazer o que é mais correcto.

Sinto necessidade de desinvestir em relação a quem recebe e não valoriza, e de poupar todos os recursos (dinheiro, tempo, paciência, emoções), investindo-os em quem mais precisa e/ou merece.

5 comentários:

Pedro Brandão disse...

Então camarada? Não desanimes nem me digas que isso significa falta de motivação para escrever na blogosesfera.
Olha que sou visitante dirario (e varias vezes ao dia) do teu blog.

Triatleta disse...

Perdrp,
Agradeço as tuas palavras e visitas ao blogue.

Não estou desanimado. Apenas tenho que fazer opções e tomar decisões, de modo a evitar o desperdício de energias.

Mas ter um blogue, quer queiramos, ou não, expõe-nos mais, e isso nem sempre nos tráz consequêncis positivas. Por outro lado, +90% das pessoas/organizações que beneficiaram de promoção e divulgação no meu blogue,desde o início da sua existência, NUNCA deram uma informação positiva a esse respeito. Isso leva-me a concluir, que, também neste espaço, só devo promover e divulgar quem precisa e merece.

Pedro Brandão disse...

Isso é verdade camarada. Muitas vezes não somos recompensados nem que seja com um obrigado. Mas isso faz parte... O que não nos derriba só nos torna mais fortes. Força nisso companheiro.

Bruno Dias disse...

Pedro
Se andarmos a vida há espera dos obrigados, vamos criar raizes antes deles surgirem.
É com muito prazer que colaboro contigo e as tuas melhorias são o meu maior obrigado, é isso, que alimenta a minha motivação e me leva a continuar mesmo quando levamos no lombo em vez de nos agradecerem.
Ficarei muito feliz e realizado se conseguires atingir o teu objectivo e só isso para mim chega. Mas na verdade a ingratidão e a indiferença supera o agradecimento que na realidade mereciamos.
Somos Portugueses, cada vez mais tristes e culturalmente inferiores (parece-me)
Grande Abraço

Triatleta disse...

Bruno,

Tens razão em todas as palavras que escreveste.

Desde o início, em relação a nós e ao BSCN, sinto que houve total receptividade, e existe um respeito mútuo e partilha de objectivos e interesses. Algo que não encontrei em Rio Maior.

Obviamente, se eu estivesse à procura de incentivos, elogios e obrigados, por exemplo, aos 12 anos de idade, não teria começado a minha prática desportiva de competição, a qual mantenho até hoje.

No entanto, é inegável, que o reforço positivo, o elogio, o agradecimento, o reconhecimento, o respeito pelo trabalho desenvolvido, galavaniza-nos e eleva a nossa auto-estima.

Mas nós vamos continuar a trabalhar!!!