Na condição de atleta amador e imbuídos do espírito competitivo, a ânsia de treinar e competir leva a que muitas ocorrências nos passem completamente despercebidas. Algumas não têm a menor importância e ninguém se vai preocupar mais com a atenção que não se deu.
Porém, o assunto toma outras proporções quando no nosso ritmo freneticamente egoísta, típico de atletas amadores que "não podem" perder tempo, porque esse mesmo tempo faz falta para treinar, recuperar ou atrasa o compromisso de estar a horas certas num treino ou competição, sistematicamente, e de forma mais ou menos consciente, vamos ignorando os avisos e sinais de alerta que nos deveriam fazer parar ou, no mínimo, abrandar para pensar se o nosso comportamento é o mais saudável para todos.
Este "todos", naturalmente, assume particular importância quando se trata da família e do equilíbrio e estabilidade que é fundamental manter no quotidiano, para que a mesma não se desestruture, devido a algo que se tornou - mas que não deveria ser -, uma obsessão.
Também já não me encontro nesse ponto, mas longe, muito longe disso, ainda assim, recentemente vivi um momento que me fez pensar sobre a forma como atualmente ainda encaro a prática desportiva de competição. O episódio é simples: num domingo de manhã, chegada a hora de partida para mais uma prova, o meu filho negou-se a sair de casa, afirmando com toda a convicção "Não quero ir! Não gosto de provas!".
Dei-lhe razão, despedi-me da família e fui sozinho para a prova, mas fui a pensar no assunto e, com toda a certeza, este foi um episódio que me marcou e irá alterar indelevelmente a forma como, futuramente, irei encarar a prática desportiva regular, em particular, a participação em competições.
Já vos aconteceu algo semelhante?
Também já não me encontro nesse ponto, mas longe, muito longe disso, ainda assim, recentemente vivi um momento que me fez pensar sobre a forma como atualmente ainda encaro a prática desportiva de competição. O episódio é simples: num domingo de manhã, chegada a hora de partida para mais uma prova, o meu filho negou-se a sair de casa, afirmando com toda a convicção "Não quero ir! Não gosto de provas!".
Dei-lhe razão, despedi-me da família e fui sozinho para a prova, mas fui a pensar no assunto e, com toda a certeza, este foi um episódio que me marcou e irá alterar indelevelmente a forma como, futuramente, irei encarar a prática desportiva regular, em particular, a participação em competições.
Já vos aconteceu algo semelhante?
