quarta-feira, 29 de julho de 2009

O meu dia da liberdade

Sábado, 1 de Agosto de 2009, em Fundão - 4 anos e 5 meses depois da última prova oficial - Duatlo BTT das Lezírias de 2005 -, vou regressar às provas oficiais da Federação de Triatlo de Portugal, mesmo competindo como triatleta individual e não-filiado. Não interessa para o caso o motivo do afastamento; o mais importante é que este regresso representa uma nova oportunidade para praticar a modalidade desportiva de competição que mais gosto e com a qual mais identifico, e, verdade seja escrita, onde alcancei os meus melhores resultados desportivos.

A preparação foi condicionada pela confirmação de participação na prova e, como tal, realizei até agora o treino suficiente para concluir esta nova etapa no meu percurso desportivo. Como curiosidade, devo referir o facto de o fato isotérmico estar pendurado no roupeiro faz 5 anos e, como consequência, estava rijo como um pêro quando hoje o tentei vestir para nadar em piscina de 50 mts a distância da prova. Nem me lembrava o que aquela fatiota aperta o corpo, tal como um espartilho, limitando a amplitude dos movimentos e a respiração.

Vai ser interessante reviver o ambiente actual das provas de Triatlo e Duatlo, em particular, o convívio com alguns dos atletas que conheci desde o início da década de 90 até ao ano de 2005.


terça-feira, 28 de julho de 2009

Taça de Portugal XCM 2009 # 5 - Sertã: Rescaldo

Anita Jubas, obrigado pela foto :-o

Todos nós temos dias bons e dias maus. No Domingo passado, tive um dia péssimo. A juntar aos 40º centígrados em alguns momentos, às longas e inclinadas subidas, das quais resultaram o acumulado de subida final de 2300m em 78 quilómetros, ainda fui apanhado mesmo em cheio pelo Homem da Marreta. E o malandro não fez a coisa por menos; foi logo aos 30 quilómetros de prova. Bom, o restante percurso foi feito por inércia nas descidas, muito a custo a rolar e num suplício a subir. Eu bem que queria parar e num dos abastecimentos, depois de uma refrescante cola, estava pronto para arrumar a bicicleta e desistir. Mas as duas meninas das assistência, disseram-me logo que assim todo cheio de pó "nem penses nisso e faz lá os 14 quilómetros que faltam para o final!". Isso: aguenta e não chora!!!

Num esforço suplementar, lá fui descobrir o que faltava para o final. E como a coisa estava a correr tão bem, ainda tive direito a um engano com o respectivo prémio extra de mais uma rampa inclinada.

Chegado à meta outra surpresa; não me sinto humilhado, mas tenho que me mostrar humilde: nunca tinha perdido com uma senhora em maratonas de BTT e desta vez perdi com.....QUATRO!!!

Venha o próximo desafio e que seja menos doloroso.